27.1.13

Project365 - #22

[Domingo - 27.01.13 - 154/365]
Dia de deixar meu "enfermo" em casa e fazer negócios. Fiquei muito feliz com o resultado, que eu só vou contar daqui a algum tempo quando estiver tudo acertado. ;)
[Sábado - 26.01.13 - 153/365]
Ele nunca tinha tido catapora e sempre se perguntou se um dia teria. Eu pensava que ele ia ter quando o nosso filho tivesse e brincava que teria que me preparar muito bem psicologicamente para cuidar de duas crianças ao mesmo tempo. Voltei para casa com essa pilha de remédios para ele, que finalmente está com catapora aos vinte e sete.
[Sexta-feira - 25.01.13 - 152/365]
Saga das lentes de contato, o retorno. Sim, decidi voltar a usar lentes porque não a.g.o.e.n.t.o mais usar óculos. Preciso comprar um par novo e que me deixe menos feia porque não tem muita lilibete sobrando para gastar em lente de contato e beleza não...
[Quinta-feira - 24.01.14 - 151/365]
Escolhi a estação errada para ler o livro, mas tudo bem. Literatura mulherzinha, leitura rápida, história envolvente, personagens gente como a gente e ótima companhia para os engarrafamentos da cidade.   
[Quarta-feira - 23.01.13 - 150/365]
A neve começa a derreter e em alguns lugares ela se parece com espuma. Não sei como aquele passarinho conseguia ficar com os pés mergulhados por tanto tempo nessa terra congelada.
[Terça-feira - 22.01.13 - 149/365]
E até ontem tudo era verde. Sempre que olho para os galhos secos, me lembro do sertão e da seca que deixa a paisagem tão dura e bonita. Só quem já viu o sertão renascer vai entender o que eu sinto. 
[Segunda-feira - 21.01.13 - 148/365]
As ruas estão limpinhas e a paisagem branca está incrivelmente linda. Impossível deixar os olhos presos ao livro durante o deslocamento entre a casa e o trabalho.

26.1.13

A tempestade



Foi uma semana estressante e difícil. O susto causado pelos linfonodos doloridos e assustadoramente inchados pelo pescoço e cabeça dele me deixou sem dormir por algumas noites, mas, finalmente, pude respirar em paz. É apenas catapora, remédio, cama e carinho. Sempre me sinto incapaz de cuidar de quem amo, mas estou tentando fazer tudo certinho.

A tempestade é um dos álbuns favoritos dele, que acha que as músicas tristes são sempre as mais bonitas. Temos ouvido álbuns completos com frequência, como fazíamos antigamente, antes mesmo de nos conhecer. Ele diz que sente falta de ler os encartes, de ver as letras impressas e de ouvir obsessivamente as músicas desconhecidas até aprender a sequência.


(...)
É complicado estar só
Quem está sozinho que o diga
Quando a tristeza é sempre o ponto de partida
Quando tudo é solidão
É preciso acreditar num novo dia
Na nossa grande geração perdida
Nos meninos e meninas
Nos trevos de quatro folhas
A escuridão ainda é pior que essa luz cinza
Mas estamos vivos ainda

--
ps: Natália era uma música que ele sempre errava quando eu estava por perto. Quase todos sabiam o porquê, menos eu.  

23.1.13

Maybe this time


"(...) He didn’t return to his own flat for a long time after that night. He moved to new areas, towns and cities, and his key fitted the lock of any door he wished to open. Yet he wanted to return to the place where it all began, to be closer to his own history. At least that is what he thought, regardless of whose flat it might have been or whose life he had lived at the time, or was living now."  Maybe this time - Alois Hotschnig 

--
Um livro que fala sobre stalkers, com histórias curtas e intrigantes. Adorei!

22.1.13

Lá fora tem


Tem sido difícil me concentrar na leitura nesses últimos dias. Não acompanhar todo o caminho pela janela me deixa com a impressão de estar perdendo um capítulo interessante da vida. A paisagem está incrível demais para que eu não consiga olhar para fora.


"Lá fora tem um lugar que me faz bem
E eu vou lá..." - Cidadão Instigado

20.1.13

Project365 - #21

[Domingo - 20.01.13 - 147/365]
A sensação de afundar o pé na neve é muito legal, principalmente quando os seus pés estão assim, a salvo do congelamento.
[Sábado - 19.01.13 - 146/365]
Foi a primeira vez que o meu celular congelou quando eu fui dar uma olhadinha naquele aplicativo da previsão do tempo. Estava previsto que teríamos -6ºC durante a noite, mas na realidade tivemos -8ºC com a sensação térmica de vou congelar, valha meu dels.
[Sexta-feira - 18.01.13 - 145/365]
Acordamos com a mais linda surpresa de todos os tempos, com um mar de neve nas ruas, nos parques e em todos os lugares! Nevou acima do esperado e durante a manhã todos os meios de transportes foram cancelados. Sem trens e sem ônibus, quase todas as pessoas foram dispensadas dos seus trabalhos - inclusive nós - e, por conta disso, tivemos um maravilhoso day off forçado. Passamos o dia no mundo!
[Quinta-feira - 17.01.13 - 144/365]
Mais um dia bonito, gelado e de céu limpo. Estávamos esperando neve para essa semana, mas até agora nada. Não aguento mais esses dias frios.
[Quarta-feira - 16.01.13 - 143/365]
O dia amanheceu de maneira deslumbrante em frente aos meus olhos, enquanto eu seguia para mais um dia de trabalho voluntário. Foi um dia de sol lindo, mas frio de congelar.
[Terça-feira - 15.01.13 - 142/365]
Acabei de ler o 'Maybe this time' e fiquei encantada pelo livro. A cada texto, uma surpresa de tirar o fôlego. Adorei principalmente o texto que dá o nome ao livro. 
[Segunda-feira - 14.01.13 - 141/365]
Sempre que eu pego ônibus, eu costumo comprar o "day rider" que permite que eu pegue vários ônibus no mesmo dia utilizando o mesmo bilhete. Como eu havia combinado de voltar de carona para casa hoje, resolvi comprar só a passagem de ida. Adivinha o que aconteceu? O ônibus quebrou. Como era que eu ia esperar o ônibus seguinte e continuar a viagem até o meu destino sem ter que pagar outra passagem? Seu motô teve a brilhante ideia de explicar a situação no meu bilhete, pegou uma caneta e escreveu "free of charge". Ia colar com vocês? Comigo também não e eu só sosseguei quando ele parou o ônibus que estava atrás e falou diretamente com o outro motorista. Pensa que eu sou abestada é? Ora mais... 

19.1.13

Walking in a winter wonderland


Há tempos monitorávamos os termômetros com aquela expectativa infantil de poder, enfim, ver o chão branquinho de neve outra vez. Ano passado nevou tão pouco que o chão mal teve tempo de ficar branco porque a chuva veio logo em seguida e lavou tudo. Não decepcionou tanto porque pela nossa localização geográfica, neve não é algo certo e esperado por aqui. Passou dezembro, o tempo surtou e depois de duas semanas de primavera em pleno inverno, finalmente o esperado inesperado aconteceu!

Ontem pela manhã a cidade parou durante algumas horas. Os transportes também pararam, poucas pessoas conseguiram chegar aos seus destinos e nós pudemos aproveitar o dia livres, como duas crianças soltas em um grande parque de diversões ao ar livre. Caminhamos pelo centro e pelos parques, conversamos com estranhos e tiramos fotos de casais e solitários desconhecidos, que olhavam para a paisagem tão embasbacados quanto nós e pediam sorrindo que nós ajudássemos a guardar aquele momento.

Esqueci completamente a dor de cabeça que me acompanha há semanas, ele esqueceu a tristeza e sorriu como um sol. Passamos o dia fora e aproveitamos esse evento raro por aqui da melhor maneira possível. Ontem foi dia de voltar a ser criança outra vez e, olha, foi bom demais.

15.1.13

Dos livramentos


No finalzinho do ano passado eu sofri uma desilusão daquelas, que me fez questionar muito o porquê de todas as minhas escolhas. Naquele dia eu voltei para casa menor que uma formiga, com o coração apertado e com tanta descrença em mim mesma que eu só conseguia sentir um vazio, um buraco no peito causado pela sensação de incapacidade. Como ficar triste não resolvia muita coisa, achei que seria bem melhor engolir o choro, seguir em frente e me preparar para a próxima oportunidade.

Há dois meses, eu havia acabado todas as minhas tarefas pré-determinadas no trabalho voluntário e, como ainda tinha algumas horas livres, me ofereci para fazer algum outro trabalho pendente. Eu já estava de olho em uma atividade mais “complexa” e estava apenas esperando a oportunidade certa para pedir um novo treinamento e, assim, ganhar mais conhecimento e experiência. Apesar da minha empolgação para aprender, a tarefa me foi negada e eu recebi outra atividade manual/burocrática/simples para fazer. Foi um banho de água fria, mas tudo bem. Eu tentei.

Hoje, quando cheguei no escritório, me perguntaram se em algum momento eu trabalhei na equipe responsável pela ‘tal atividade que eu não pude exercer’. Respondi que não e expliquei que eu era responsável por outra tarefa. Para minha surpresa, meu coordenador me disse sorrindo: você acabou de se livrar de um grande problema. Parece que a equipe cometeu um erro grotesco na análise dos dados e nós estamos reformulando todo o trabalho (...).

Já pensou se eu tivesse sido a responsável pelo erro? Já imaginou o tamanho do abacaxi que eu teria que descascar? Quem aí ainda duvida de que Ele escreve tudo certo, por mais que a gente insista em enxergar tudo torto? Nunca mais eu fico triste, eu sou muito é abençoada. <3

13.1.13

Project365 - #20

[Domingo - 13.01.13 - 140/365]
Dia lindo lá fora, mas tão frio  que o melhor programa do dia foi passar o dia aqui escondida embaixo do edredom. Resolvi não esperar mais pela neve que está prevista para cair a qualquer momento e  decidi mostrar o livro que estamos lendo aqui em uma leitura coletiva. Esse livro foi um dos que eu peguei na biblioteca essa semana e é MUITO bom. Merece um post só para ele. <3  
[Sábado - 12.01.13 - 139/365]
É isso mesmo que você está pensando: isso aí foi ele tentando fazer sushi para o nosso jantar.  No primeiro rolinho - esse aí da foto - foi arroz de mais e salmão de menos, mas depois a gente pegou o jeito e os outros ficaram melhores. Êêeee! :)
[Sexta-feira - 11.01.13 - 138/365]
Aproveitei a folga do trabalho para ir a biblioteca e voltei com uma bolsinha cheia de livros. Renovei os de sempre de método para estudar inglês e trouxe outros levinhos para alternar com os estudos. Essa meia mostarda me conquistou desde o primeiro dia, apesar de ser feia, e tem sido uma companheira incrível nesses dias frios.
[Quinta-feira - 10.01.13 - 137/365]
Depois do mimimi homérico de terça-feira aqui no blog, ganhei esse dia lindo de presente.  É incrível o poder que a luz tem de modificar o nosso espírito e renovar as nossas forças. Fico feliz com muito pouco, vejo o dia assim e passo horas com os olhos sorrindo.
[Quarta-feira - 09.01.13 - 136/365]
Dia de ir para o trabalho voluntário e de passar uns bons minutos achando graça dessas coisinhas mais lindas e engraçadas que existem por lá. Sério, eles são lindos! Se eu pudesse, adotava e colocava tudim aqui dentro de casa. <3
[Terça-feira - 08.01.13 - 135/365]
Fez um dia bonito, com incríveis 12ºC de beleza nesse inverno do cão. Me atrevi a sair de casa rapidinho, de sapatilha, sem meia e quase morri de emoção. Há séculos que eu só me encontrava com o meu pé na hora do banho e na hora de trocar de meias. Nunca vi os coitados tão transparentes e sem jeito.
[Segunda-feira - 07.01.13 - 134/365]
Apesar do vento, da chuva e do frio, algumas folhas resistem. Elas são as mais bonitas e tem em suas cores e formatos uma beleza que nenhuma palavra consegue descrever. Como tudo nessa vida, elas não durarão muito tempo. Daqui a pouco é primavera e é tempo de ser verde outra vez. 

12.1.13

Das cartas engavetadas #3


Lembro muito bem de alguns detalhes do dia 12 de janeiro de 1990. Nós estávamos voltando do centro quando minha mãe comentou alguma coisa com o meu pai enquanto estávamos parados no semáforo. Logo em seguida, ele correu como nunca para casa. Desci do carro na casa da minha vó enquanto meu pai dizia que voltava depois para me buscar.

Lembro que ainda era dia quando eu entrei na maternidade e fiquei brincando pelos corredores, ansiosa para ver de que porta esquisita você iria sair. Foi quando eu te vi pela primeira vez. Você estava quieta nos braços da nossa tia, que delicadamente tirou o paninho do seu rosto para que eu pudesse te ver. Você era branquinha e tinha o cabelo tão negro e comprido que eles já estavam presos com uma fivelinha. Você também já usava brincos, nunca esqueci.

À medida que o tempo passava, a diferença entre nós só crescia. Sempre fomos o avesso uma da outra e isso gerou muitos questionamentos para todos que nos conheciam. Era comum ouvir um “não é possível que vocês sejam irmãs”. Você não deve se lembrar, mas eu nunca me esqueci do dia em que prometi a mim mesma que nunca mais brincaria de boneca com você. Nunca achei justo o fato de você espalhar brinquedos pela casa inteira e eu ter que juntar tudo sozinha. Hoje eu me arrependo muito da promessa, que obviamente não foi cumprida a risca, mas que deixou uma marquinha de culpa no meu coração.

Era noite quando eu fui para o hospital, levando uma bolsinha com roupas limpas e comida para você e para nossa mãe. Eu não tinha autorização para entrar na sala porque era criança, mas criança sempre dá um jeito, sobe na cadeira e olha pela janela. Não entendi porque a nossa mãe chorava tanto enquanto você dormia, eu era pequena demais para entender o que era estar em coma. Era sexta feira de carnaval e nós estávamos nos preparando para viajar quando você desmaiou e foi direto para o hospital. Internação, diagnóstico, tratamento, fé, paciência e alguns anos depois você provava para o mundo que era mais forte do que a gente podia imaginar.

Você se recuperou, cresceu, criou juízo e hoje completa vinte e três anos! Você pode até parecer adulta para alguém, mas para mim vai continuar sendo a criança bagunceira insuportável e mimada de sempre. E quando a gente se encontrar e você tentar me beijar eu vou continuar fazendo aquela cara de nojo e gritar “eca”, só para não perder o costume. :)

Feliz aniversário, te amo. 

11.1.13

Chão de Nuvens


Parece que minha reclamação conseguiu chegar diretamente aos ouvidos do chefe do tempo e ele logo providenciou um dia de folga para o nosso inverno astral. O sol brilhou como primavera e o dia foi como um pequeno milagre, que trouxe um pouco de cor para o nosso pálido sorriso. Daqui a pouco os termômetros ficam negativos outra vez até que o chão possa ser confundido com as nuvens. É bem provável que eu tropece em rosas, em nuvens carregadas de chuva ou em brinquedos de anjos. É quase uma certeza que eu vou tropeçar outra vez, mas isso não importa porque também é certeza que eu vou me levantar e que no outro dia tudo ficará bem.  :)

10.1.13

Das riquezas


Só porque eu prometi para mim mesma que nesse ano eu seria uma pessoa melhor e tentaria me estressar menos com o mundo, o universo resolveu que seria muito mais interessante me testar e me enlouquecer logo desde o primeiro dia do ano. Já teve de tudo, de motorista de ônibus que não ouve que eu dei o sinal para descer e segue adiante, sem parar, dizendo com grosseria que “dá próxima vez eu deveria dar o sinal ANTES da parada” à piora da situação delicada do meu marido. Os dias têm sido uma sequência ininterrupta de desafios à minha sanidade, mas por fora eu continuo muito calma.

Só hoje eu percebi que há vários dias eu ando com lágrimas que ameaçam cair dos meus olhos a qualquer momento, mas elas não caem. Elas continuam lá, firmes, esperando a gota d´água para poder enfim se derramar com alguma justificativa plausível. Tá difícil, difícil demais, mas isso ainda não me um momento de fraqueza. Hoje, bem mais que nos outros dias, eu reconheço o quanto a saúde – física e mental – é a maior riqueza das nossas vidas. Sem saúde não há sonho ou vontade que vingue. 


8.1.13

Here comes the sun


A alegria do dia hoje foi perceber que o sol já começou a ir embora um pouco mais tarde. Já passava das dezesseis horas quando voltava para casa, olhei para o céu e ele ainda estava claro. Isso me fez dar um suspiro aliviado, como se a volta da luz representasse a volta da minha força e coragem para finalmente seguir o meu caminho. Depois pensei bem e me senti injusta ao atribuir esses tempos difíceis à ausência do sol nas nossas vidas, já que o nosso trem saiu dos trilhos em pleno verão.


--
ps: prometo que visito todo mundo no sábado! Beijo

7.1.13

Dos troféus da vida


Começa então mais uma semana de passinhos de formiga, de pequenas revoluções internas, de mudanças ainda invisíveis aos olhos e de muitos leões para enfrentar e vencer. Eu saio para a guerra de cada dia armada até os dentes de sorriso. Nem sempre funciona, nem sempre eu venço, mas ganho mais respeito dos outros e confiança em mim mesma a cada dia. Cada um recebe da vida o troféu que merece. 

6.1.13

Project365 - #19

[Domingo - 06.01.13 - 133/365]
Eu sou daquele tipo de leitora obcecada, que conta os minutos para sair do trabalho para poder continuar a leitura, que anda com o livro na bolsa e que aproveita qualquer brecha para dar uma espiadinha no paragrafo seguinte. Eu estava há dias apegada a esse livro, the brightest star in the sky que nem era tão bom assim, mas que eu não conseguia soltar de jeito nenhum! Quando finalmente cheguei ao final senti que o peso de uma tonelada estava sendo tirado das minhas costas. É, chegou a hora da rehab e chega de Marian Keys.
[Sábado - 05.01.12 - 132/365]
Dia de colocar ordem na casa, colocar as roupas para lavar e de registrar uma foto do elefante azul da casa. Tá para existir sofá mais desconfortável.
[Sexta-feira - 04.01.13 - 131/365]
Hoje a tarde eu viajei no tempo e voltei aos meus domingos em que tomava café com tapioca quentinha na casa da minha avó. A partir de hoje vou ter sempre um vidrinho desses no armário, para beber quando a saudade apertar. :)
[Quinta-feira - 03.01.13 - 130/365]
Nessa época, todas as lojas da cidade estão em liquidação e está sendo bem difícil resistir a tudo assim tão baratinho. Hoje acabei levando essa sapatilha/slipper (?) para casa. Olha, foi a melhor compra do ano! Ela é extremamente confortável.
[Quarta-feira - 02.01.13 - 129/365]
Aproveitamos a nossa tarde de folga para passear pelo centro e , como sempre, fizemos a nossa visita obrigatória a uma das livrarias da cidade. Ele já namorava com essa gramática há um bom tempo e hoje resolvemos levá-la para casa. Pelo tamanho do sorriso que ele exibia ao receber a sacolinha com o livro dentro, tenho certeza de que foi um ótimo investimento para ele. =)
[Terça-feira - 01.01.13 - 128/365]
Comprei essa agendinha fofa para substituir a minha agenda vermelha. Escolhi uma semanal pequena assim porque acho bem mais prática para carregar na bolsa. Como também uso o Google Calendar desde 2006 para me organizar, essa agenda física é mais um complemento e frescurinha para o dia a dia mesmo. :P
[Segunda-feira - 31.12.12 - 127/365]
O último dia do ano começou assim bonito e depois se transformou em cinza e chuva até quase os últimos minutos de dois mil e doze. 

4.1.13

On the road


Eu já aprendi há muito tempo que mudanças não acontecem assim da noite para o dia. Quando a empolgação acaba e quando a preguiça chega, voltar aos velhos e confortáveis hábitos é um convite irrecusável. O jeito é aceitar que, apesar de deixar os olhos sempre atentos ao futuro, definitivamente precisamos viver um dia de cada vez.

Quando analisamos o ano que passou é inevitável perceber que muito da nossa coragem se perdeu, mas muito se ganhou em outros aspectos, principalmente em calos e experiências. Muito do que se queria já não se quer mais e é aí que mora o detalhe mais complicado da história. No momento nós estamos tentando descobrir se o que a gente queria antes ainda é importante para o que nós somos hoje e para o que achamos que queremos para o nosso futuro. Será que vale mesmo a pena insistir nesse caminho ou será melhor começar tudo de novo, do zero?

Não tem sido fácil se orientar enquanto ainda estamos no olho do furacão, mas estamos tentando. O mais importante, e o que a gente não vai abrir mão, é o fato de seguirmos lado a lado. Conversamos bastante nos primeiros dois dias do ano e, apesar da nuvem de incertezas e da ainda total falta de perspectiva de conseguirmos retomar ao nosso plano inicial – o qual nos fez colocar a vida em duas malas em março de 2011 – decidimos juntos que vamos tentar voltar para a nossa estrada. O resto se ajeita durante o caminho, sempre se ajeita. Assim espero. :)

3.1.13

Das realizações


Enquanto estreava a agenda nova, olhei a agenda já velha e só pelas anotações feitas durante o mês de janeiro pude perceber o quanto a vida mudou. Olhei os post its coloridos na última página com as minhas metas para o ano passado e fiquei contente quando pude riscar quase toda a lista. Quase. Para esse ano de uma meta só, decidi que não adianta colocar metas impossíveis no papel. Quero um ano novo de metas diárias pequenininhas e realizáveis.