10.1.13

Das riquezas


Só porque eu prometi para mim mesma que nesse ano eu seria uma pessoa melhor e tentaria me estressar menos com o mundo, o universo resolveu que seria muito mais interessante me testar e me enlouquecer logo desde o primeiro dia do ano. Já teve de tudo, de motorista de ônibus que não ouve que eu dei o sinal para descer e segue adiante, sem parar, dizendo com grosseria que “dá próxima vez eu deveria dar o sinal ANTES da parada” à piora da situação delicada do meu marido. Os dias têm sido uma sequência ininterrupta de desafios à minha sanidade, mas por fora eu continuo muito calma.

Só hoje eu percebi que há vários dias eu ando com lágrimas que ameaçam cair dos meus olhos a qualquer momento, mas elas não caem. Elas continuam lá, firmes, esperando a gota d´água para poder enfim se derramar com alguma justificativa plausível. Tá difícil, difícil demais, mas isso ainda não me um momento de fraqueza. Hoje, bem mais que nos outros dias, eu reconheço o quanto a saúde – física e mental – é a maior riqueza das nossas vidas. Sem saúde não há sonho ou vontade que vingue. 


3 comentários:

  1. Eh, sem saúde não temos como correr atrás de dana! vou te mandar um e-mail.

    ResponderExcluir
  2. Pode ser piegas, mas o Cara lá de cima não te dá uma cruz maior do que vc possa carregar. E não sou católica, mas essa frase é uma verdade que vc acaba percebendo durante a vida. Solucionar nossos problemas nos torna mais fortes e com perpectivas limitadas da vida, apesar das possibilidades serem infinitas.

    Kisu!

    ResponderExcluir
  3. Vocês são umas queridas.
    Obrigada pelo apoio
    <3

    ResponderExcluir

Muito obrigada pela visita e pelo comentário! :)