28.10.14

Dos clichês

Por mais que eu me estresse e perca algumas muitas noites de sono, carrego comigo a certeza de que tudo sempre acaba bem. Até mesmo os pequenos sustos e atropelos do caminho servem mesmo é para nos levar ao local certo, na hora certa. Tem sido assim desde sempre, uma sequência interminável de aperreios e também de muitas portas e janelas escancaradas onde menos esperamos. 

O resultado disso tudo é uma bagagem cada vez mais leve de pertences, uma alma mais carregada de gratidão e mais algumas histórias malucas no bolso para contar aos amigos no próximo destino. Dá medo sim tomar decisões e a gente sofre e ri chorando de desespero e de nervoso, a beira do precipício do inesperado. Mas, se me pergutam se me arrependo de algum dos meus passos, respondo sorrindo bem alto que não.

Um comentário:

  1. É a melhor coisa em todas as atitudes: nunca se arrepender e sim se arrepender de não fazer. Piegas, mas verdade.

    K!

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