5.7.16

Das colheitas

Definitivamente, migrei para um universo paralelo sem deixar recado para ninguém. Sigo sem dias, sem datas, sem parâmetros, apesar do reloginho do notebook me mostrar exatamente o meu tempo espaço de agora. Ontem me assustei ao me dar conta que estamos em Julho. E já é dia quatro, disse ele, rindo da minha descoberta absurda.

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Voltei a colar lembretes de papel pela mesa para não esquecer as datas, já que o aplicativo que deveria me alertar sobre os prazos passa, de uma forma muito absurda e muito mágica, batido pelos meus olhos. Simplesmente não vejo, ou deixo para depois e esqueço. É maluca essa luta que a gente enfrenta contra o próprio tempo.

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Que bom que a vida também segue e, no tempo certo, as coisas também acontecem. Colhi mais um fruto do regresso ontem a tarde e vou voltar a estudar. É só mais um passo firme em direção a uma porta bonita que se abriu, sem muitas garantias ou promessas, mas eu fiquei tão contente! Já temos mais motivos para comemorar. =D