28.11.16

Dos hábitos

Há uns três anos eu reclamava que não conseguia acordar cedo e existir ao mesmo tempo. Simplesmente não dava, apesar dos meus esforços durante todo o tempo em que precisei funcionar a partir das sete ou oito da manhã. Até que um dia me deram o fatídico aviso: deixa só chegar “os trinta” e você verá como isso vai mudar. Até hoje não sei se foi um milagre ou se foi uma praga que me jogaram quando me assumi notívaga e coruja perante essa sociedade fitness e tanquinho das trevas, que corre às cinco da manhã como se isso fosse a coisa mais normal do mundo. Não é. Corta para 2016, esse ano louco de reviravoltas absurdas. O ano em que comecei a acordar bem antes das seis da manhã, naturalmente, sem despertador, mesmo sem compromisso marcado, mesmo sendo domingo ou feriado. Coincidência, praga ou não, é um mistério. 

Um comentário:

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