8.1.19

Das tarefas

Depois de alguns dias, aquela nuvem de tristeza de fim de ano finalmente resolveu dar espaço para os dias quentes de céu limpo. Organizei a pequena grande bagunça de papéis que estava sobre a mesa, coloquei minhas resoluções de ano novo em uma folha em branco, organizadamente, como se fossem uma lista de tarefas, e fui dormir com aquela sensação de "agora vai". Não posso mais me dar o luxo de deixar a coragem passar e de esperar o dia certo para tentar mais uma vez.

Às vezes a gente espera a próxima segunda-feira, o mês virar ou o ano seguinte chegar para tomar algumas decisões e atitudes. Por aqui, resolvi que vou começar logo no mesmo dia, seja ele ímpar ou par, e acho que pode dar certo. Entendi também que preciso ser mais objetiva, de escrever "preciso fazer isso". Se eu deixar a coisa no campo mais abstrato, não vai passar de uma ideia meio distante e eu não vou fazer é nada para que a coisa dê certo. Tem gente que é assim, né? 

Peguei uma folha de papel em branco e dividi a minha vida em setores como saúde, trabalho, estudos, família e especifiquei três urgências que precisam ser resolvidas ou pelo menos encaminhadas, de uma vez por todas, ainda nesse ano em cada um deles. Algumas metas ainda precisam ser mais refinadas ou ajustadas, mas só de saber o que precisa ser feito para sair do lugar já é um começo e me dá mais ânimo para caminhar. Se eu conseguir concluir pelo menos uma das minhas tarefas de cada setor até o final do ano, então já terá valido muito a pena. Vamos ver no que vai dar.



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